terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A lei que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana e a CPTM



A Lei Nº 12.587 de 3 de janeiro de 2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana deve – ao menos em tese – promover mudanças positivas na situação pouco animadora dos transportes públicos naRegião Metropolitana da Grande São Paulo, composta por 39 municípios, inclusive a capital.

Dará margem para inúmeras análises e especulações – posto que ainda generalista -, mas a mim ocorre, no momento, uma situação em particular, e mesmo assim sem exaurir as possibilidades de imaginação.

Dos 39 municípios, 19 deles são atendidos pelos trens da CPTM, o que demonstra a importância da empresa como meio de “transporte público coletivo intermunicipal de caráter urbano” (e não suburbano), uma vez que tais cidades são praticamente contíguas nos seus perímetros.  A rigor, os trens da CPTM poderiam - mediante investimentos -, atender aos 39 municípios pela construção de um ferroanel metropolitano, além da extensão de trechos de linhas já existentes. Fosse isso realizado e a CPTM seria a matriz integradora dos transportes públicos de pessoas sobre trilhos de toda a Região Metropolitana da Grande São Paulo.

Essa ideia, entretanto, não consta dos planos do governo do Estado de São Paulo, e muito menos da atual direção da CPTM.  Se consta está guardada em alguma gaveta fechada por sete chaves. A falta de transparência nos assuntos de transportes públicos é absoluta, e não há “gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação” nas políticas de mobilidade urbana, sejam elas quais forem, e se houverem. Dirão, é claro, que tais políticas existem, mas é mais fácil saber dos pecados da vedete do que dos planos de governo.  Não poderão, entretanto, demonstrar a existência de “gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação”, exceto, naturalmente, por meio de “audiências e consultas públicas” que vez ou outra promovem, mas jamais por meio de “órgãos colegiados com a participação de representantes do Poder Público, da sociedade civil (sic) e dos operadores dos serviços”.

Não têm, também, “procedimentos sistemáticos de comunicação, de avaliação da satisfação dos cidadãos e de prestação de contas”. Em resumo, passam a margem de alguns “dos direitos dos usuários” previstos na referida lei. O que dizer, então da disponibilidade de informação “em linguagem acessível e de fácil compreensão” sobre “direitos e responsabilidades” dos usuários, “direitos e obrigações dos operadores dos serviços”, bem como da publicidade dos “padrões preestabelecidos de qualidade e quantidade dos serviços ofertados, bem como os meios para reclamações e respectivos prazos de resposta”?  Desses quesitos todos, dizem quais são as “responsabilidades” dos usuários, e disponibilizam – ainda que de forma insatisfatória – de algum canal para reclamações.

Como a lei entra em vigor 100 dias após a data de sua publicação, como poderá a CPTM cumprir minimamente as exigências? Como poderá atender aos “princípios, diretrizes e objetivos da política nacional de mobilidade urbana”, dentre eles “eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano” se não disponibiliza publicamente as suas metas? Como poderá assegurar “segurança nos deslocamentos das pessoas” se não está sujeita ao controle nem mesmo de uma certificadora externa e independente? Como atenderá aos quesitos “incentivo ao desenvolvimento científico-tecnológico” e “consolidar a gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana” se não tem nenhuma dessas práticas nem mesmo enquanto valores próprios?

Como irão em 100 dias, o governo do Estado de São Paulo e a direção da CPTM, atender as “diretrizes pra o planejamento e gestão dos sistemas de mobilidade urbana”, dentre elas “a identificação clara e transparente dos objetivos de curto, médio e longo prazo”, se operam com base no toca-toca, no apagar incêndios e – na infraestrutura (terminais e estações) - na base dopuxadinho? Qual é a “identificação dos meios financeiros e institucionais que assegurem sua (dos projetos) implantação e execução” se nem mesmo têm ou ao menos não disponibilizam projetos? Como irão contemplar “a formulação e implantação dos mecanismos de monitoramento e avaliação sistemáticos e permanentes dos objetivos estabelecidos” se não têm objetivos ou não os divulgam? Como irão contemplar “a definição das metas de atendimento e universalização da oferta de transporte público coletivo, monitorados por indicadores preestabelecidos” se pensam apenas como contadores, isto é, com objetivo de contabilizar atendimento a demanda saturada (tapa-buraco), mas sem planejamento para a demanda futura?

Bem, vamos ver como isso se resolve no prazo de 100 dias. A apresentação de um plano, talvez, mas com acesso público a todos os usuários do presente e do futuro.  Afinal, para onde, como e quando irão os trens da CPTM, dentro dos 39 municípios da Região Metropolitana da Grande São Paulo?

Éverson Paulo dos Santos Craveiro - Vice Presidente do Sindicato da Sorocabana 

Churrasqueiras da área social ganham cobertura

Além do salão de festas que recebeu reparos no mês de novembro, para a comodidade dos ferroviários as churrasqueiras da área social do Sindicato em Presidente Altino ganharam uma cobertura.

As churrasqueiras ficam próximas à quadra de futebol,  vestiários, espaço para eventos, campo de areia e lanchonete.

Todos os reparos da área social só tem sido possível graças à contribuição de nossos associados.O espaço  está disponível a todos os ferroviários sócios do Sindicato e seus dependentes.

Para maiores informações sobre reservas, entre em contato pelo telefone (11) 3681-8550 ou secretaria@sinferp.org.br

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ferroviário de rede aérea da CPTM cria maquina para confeccionar barbatanas de isoladores de rede com restos de sucatas



Na foto: Máquina criada por Luiz 
Criatividade e força de vontade foi o que motivou o ferroviário de rede aérea da CPTM em Domingos de Moraes (SP), Luiz Carlos Barreiros, 57 anos, inventar com restos de sucata uma “Maquina de Confecção de Barbatanas para Isolador de Rede”.

Nosso Sindicato foi até o local para conhecer a máquina e entender como tudo começou.

A ideia surgiu em 2010 quando a peça fornecida pelo fabricante começou a queimar os isoladores de rede devido a um problema nas barbatanas que eram muito curtas e com a ineficiência e insuficiência do fornecedor em atender a demanda de trens, levou o pessoal da oficina a produzir outras barbatanas maiores para manutenção do equipamento.

A confecção das barbatanas era realizada por duas pessoas especializadas que, demoravam em media uma hora para deixá-las prontas.
Na foto: Isolador com barbatanas do fornecedor

Foi quando Luiz Carlos, através do desenho de um suprimento da própria oficina, começou a reunir restos de sucatas que com algumas adaptações, transformou-se em uma maquina capaz de produzir uma barbatana em poucos minutos com apenas um funcionário para operá-la.

“Eu comecei a observar diversos materiais, mas o que realmente me deu uma diretriz, foi o desenho de um suprimento. Dali então comecei a projetar a composição da máquina e como fazê-la funcionar”, disse Luiz.

Já nos primeiros testes as barbatanas trouxeram resultados positivos e alguns meses depois, a máquina criada por ele, foi exposta pelo supervisor do setor em um workshop realizado pela empresa.

Na foto: Barbatanas produzidas
na máquina criada por Luiz
Porém, diferentemente de outras empresas que reconhecem todos os o envolvidos em um projeto, como por exemplo, a CBTU, que na semana passada fez questão de declarar publicamente a descoberta de seus funcionários, a CPTM imediatamente presenteou o “apresentador” e adotou a ideia como solução do problema, mas nem sequer reconheceu a paternidade de Luiz no projeto.

“Não projetei a maquina pensando em ganhar um prêmio, fiz isso para ajudar a nossa equipe, porém, quando foi para apresentar a ideia, achei que merecia mais reconhecimento”, declarou Luiz.

De acordo com o próprio supervisor, foi realmente Luiz quem fez a máquina, ele apenas o subsidiou com a ideia de um parafuso que ajudou na estabilidade da peça durante a confecção, depois, a pedido da empresa montou uma apresentação.

No inicio de 2011, a empresa passou a substituir as peças do fabricante, pelas produzidas na máquina de Luiz. Melhorando a eficiência e diminuição na manutenção dos isoladores.

Por Camila Mendes / Da Redação

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Empresas têm 30 dias para regularizar débitos trabalhistas

Imagem: pje-pelotas.blogspot.com 

Agora é para valer. No dia 04 de Janeiro entrou em vigor  a exigência da apresentação da Certidão Negativa de Débito Trabalhista (CNDT) para empresas que queiram participar de licitações públicas. No entanto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu prazo de 30 dias para que essas firmas que não respeitam os direitos do trabalhador regularizem a situação, adotando as medidas necessárias. A Certidão Negativa será emitida no site do TST ou dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

Basta que a dívida seja confirmada pelos TRTs para que a empresa já conste como devedora. O tempo de 30 dias foi concedido para evitar erros durante a consulta pública, aberta às empresas no fim do ano passado.
Para o advogado Adan Jones Souza, do escritório de advocacia Mendes Pereira, de São Paulo, a lei é importante, principalmente porque beneficia as empresas idôneas: “Considero a exigência um avanço, porque faz uma seleção entre as empresas. Isso, inclusive, valerá para todas as empresas que queiram participar de licitações em órgãos públicos. Com a Certidão, abre-se a chance de valorizar as que são idôneas”.

O projeto enfrentou a oposição de entidades empresariais no Congresso Nacional. Mas, independentemente da chiadeira, foi aprovado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, em julho de 2011, quando se transformou na Lei nº 12.440.

Constrangimento - Para o desembargador Nelson Nazar, presidente do TRT de São Paulo (2ª Região), o maior do País, a Certidão será uma forma de obrigar as empresas a quitarem seus débitos com os trabalhadores. 

Atualmente, de cada cem pessoas que ganham uma ação trabalhista, apenas 31 conseguem receber seus direitos.

“As obrigações trabalhistas devem ser prioritárias, assim como as questões tributárias e previdenciárias, já que o crédito trabalhista é privilegiado”, afirma o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Renato Henry Sant'Anna.

Fonte: Agência Sindical 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Reforma demorada

Entrada da estação de Osasco.

A conclusão da reforma na estação de trem da CPTM em Osasco (SP) prevista para dezembro de 2011, mais uma vez não aconteceu.

Desde que iniciou a implantação das reformas em fevereiro de 2010, a estação tem sido alvo de diversas denúncias e reclamações por parte dos usuários, entre elas, a falta de segurança na escada de acesso a plataforma. Nosso Sindicato esteve em Osasco e conversou com alguns passageiros que reclamaram muito da instabilidade dos degraus e da falta de segurança.

De acordo com os usuários, os degraus são muito juntos o que causa tumulto na entrada e saída de pessoas.

O estado dos degraus por onde
transitam milhares de pessoas por diaa
 ”Depois de tanto tempo, a CPTM se preocupou colocar essas faixas para dividir os acessos de quem sobe e desce, até então ficávamos espremidos”, declarou a passageira Rayanny Fostek Vieira, 22 anos. “Sem contar o barulho desses degraus, é assustador, perece que vai quebrar tudo e vamos cair”, completou Alan Rabelo, 19 anos.

Já o passageiro João Carlos Alexandre da Silva, diz que a escada é sim um grande problema na estação, inclusive já presenciou o acidente de uma passageira, “ela desequilibrou e caiu, mas o pior é que ninguém da CPTM ajudou socorre-la, se não fossem os passageiros ela ia ficar caída ali”.

João também destacou o risco eminente de assaltos, “desde que a empresa iniciou as reformas, fui roubado três vezes, próximo de onde vão colocar a tal da passarela (se referindo ao antigo terminal rodoviário), inclusive na última não fizeram nada comigo, pois, os R$ 10,00 (dez reais) que tinha na carteira, salvou minha vida”.

Em uma matéria publicada no site Web Diário, para essas obras o governo recebeu o investimento total de R$ 64.481.851,56 onde está incluso a construção de uma plataforma adicional com o objetivo de aliviar os congestionamentos de composições das linhas Itapevi-Júlio Prestes e Osasco Grajaú, adaptando-se ao projeto do “metro de superfície”, já que atualmente, existem apenas três plataformas para atender os dois sentidos das duas linhas. A estação reformulada terá o dobro do tamanho da atual, e contará com passarelas de acesso entre o centro da cidade e o bairro de Presidente Altino, na zona Norte. As passarelas subterrâneas serão desativadas futuramente. Outra novidade será a criação de espaços destinados para instalação de biblioteca, plantão de tira-dúvidas com professores de português e de matemática e da farmácia popular Dose Certa.

Porém, nenhuma dessas obras foi concluída.

“É um absurdo, tanto dinheiro e nada.de melhorias, pois, a estação continua horrível, suja e sem segurança alguma", finalizou João. 

Por Camila Mendes / Da Redação 

Segurada do INSS poderá ter licença-maternidade ampliada para 180 dias

Imagem: mundodastribos.com
O salário-maternidade poderá ser pago à segurada da Previdência Social durante 180 dias (6 meses). A previsão está no Projeto de Lei 2299/11, do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), em análise na Câmara. A proposta altera a Lei 8.213/91, que atualmente prevê o pagamento do salário-maternidade durante 120 dias (4 meses).
Segundo a lei, o pagamento deve começar no período entre os 28 dias antes do nascimento do bebê e a data do parto.
Bonifácio de Andrada afirma que a sua intenção é fazer com que a Previdência Social, durante a licença-maternidade de 180 dias, garanta à mãe as prerrogativas decorrentes da legislação que protege a maternidade. “É preciso oferecer às mães o apoio social que merecem.”
A licença-maternidade de 180 dias já é válida para as funcionárias de empresas vinculadas ao Programa Empresa Cidadã e para servidoras de órgãos públicos que adotaram esse prazo, nos termos da Lei 11.770/08 .
Tramitação



A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: www.camara.gov.br 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sindicato e CPTM se reúnem amanhã para mais uma reunião do PCCS

O Sindicato se reúne com a CPTM nesta quinta- feira (05), às 09h00 no DRHT/Lapa, para mais uma reunião referente ao Plano de Cargos,Carreiras e Salários - PCCS. 

Na última reunião em 13 de dezembro, além da CPTM apresentar uma proposta unilateral, o plano não apresentava nenhum estudo de mercado ou estatístico. 

Questionada  pelo Sindicato , a empresa decidiu agendar uma nova reunião para prestar maiores esclarecimentos referente ao plano. 


Por Camila Mendes / Redação 

Exploração de trabalho escravo registra recorde

Foto: cartapotiguar.com.br 
Apenas dois nomes foram tirados da chamada “Lista Suja”, como é conhecido o Cadastro de Empregadores que exploram a mão de obra no País, colocando os trabalhadores em regime análogo ao trabalho escravo. A atualização do cadastro é feita a cada seis meses.

No último período, 52 nomes foram incluídos na lista, que agora contém 294 infratores. O número, que reúne pessoa física e jurídica, é um recorde vergonhoso no que diz respeito aos contratadores.

O cadastro foi atualizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e os dois nomes foram retirados após a comprovação de que passaram a respeitar os direitos dos trabalhadores.

Para coibir a exploração ilegal de mão de obra análoga à de escravo, o governo Lula criou em 2004 um cadastro onde figura os empregadores flagrados praticando esse tipo de exploração. Ao ser inserido nesse cadastro, o infrator fica impedido de obter empréstimos em bancos oficiais do governo e também entra para a lista das empresas pertencentes à “cadeia produtiva do trabalho escravo no Brasil”. A iniciativa é para impedir a comercialização dos artigos produzidos dessa forma.

Fonte: Agência Sindical 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sindicato realiza reunião extraordinária com funcionários do restabelecimento

Na tarde desta terça-feira (03), o Sindicato da Sorocabana realizou uma reunião extraordinária com os ferroviários do Restabelecimento, onde o principal objetivo foi discutir o reconhecimento por parte da empresa ao que se refere à existência desse setor, já que, atualmente esses trabalhadores são qualificados apenas como corretiva de sinalização, porém atendem as falhas de via permanente, rede aérea, sinalização, energia e telecomunicação.

Também foi discutida a criação de atributos compatíveis às necessidades desses trabalhadores, entre eles, escalas e procedimentos de segurança do trabalho.  Para isso, os ferroviários e o Sindicato darão inicio ao preenchimento de uma ficha de mapeamento que deve ser apresentada a empresa ainda este ano durante as reuniões do PCCS – Plano de Cargos, Carreiras e Salários.

Embora a discussão tenha iniciado pelos ferroviários das linhas 8 e 9, o Sorocabana está a disposição dos outros dois sindicatos para a elaboração de um estudo com objetivo de estender aos trabalhadores das demais linhas.

As fichas poderão ser retiradas na sede social do Sindicato em Presidente Altino - Osasco (SP), com data e horário a serem divulgados posteriormente. 

Por Camila Mendes / Redação 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Usuários reclamam de demora na reativação das linhas 7 e 8 da CPTM

Depois de onze dias de impasses entre a prefeitura de São Paulo e o Governo Federal, o prédio abandonado que pegou fogo ao lado da favela do moinho e interditou as linhas 07 (Rubi) e 08 (Diamante) da CPTM, foi implodido no último domingo (1), após decisão judicial.  

Nosso Sindicato conversou com os usuários das duas linhas que relataram os problemas causados pela demora na decisão.

Em sua grande maioria, os usuários reclamaram da falta de transporte alternativo durante o período. De acordo com eles, as únicas opções foram a de pegar um ônibus na Barra Funda ou utilizar a linha amarela do metrô que não comportaram o número de passageiros, causando diversos transtornos, como por exemplo, superlotação e atrasos.

Na Foto: O Agente de Investigação
 Lauri Rodrigues da Silva, 44 anos 
“Utilizo a linha 8 todos os dias e várias vezes para ir até a estação Júlio Prestes, pois, entrego diversos documentos naquela região. Durante o período da interdição, foi desgastante, pois, as outras opções de transporte demoram muito e a linha 04 do metrô não conseguiu subsidiar o número de passageiros. Ficaram lotados”, declarou o Agente de Investigação Lauri Rodrigues da Silva, 44 anos.

Em entrevista ao Terra Brasil , o prefeito Gilberto Kassab afirmou que nesta terça-feira (03), o trecho com certeza estará liberado e os trens voltarão a circular normalmente.

“Não acredito que amanhã essas linhas voltem a funcionar devido a medidas de segurança. Mas o que realmente não dá para entender, é como podem ter demorado tanto para resolver um problema assim e não estou me referindo aos últimos dias, afinal, esse prédio está ali há anos, como não sabiam o que fazer com ele”, finalizou Lauri.

Por Camila Mendes / Redação