sexta-feira, 30 de agosto de 2013

CLIPPING SINFERP 2009: Realidade e Romantismo

Imagem: encorajamento.blogspot 
Caro leitor, é crescente a violência no País seja ela de forma direta ou indireta.Uma recente pesquisa realizada pela FIPE sobre a violência nas escolas públicas com pais, alunos e professores revelou que 99% das pessoas possuem algum preconceito ou intolerância. Foram entrevistadas 18500 pessoas em 501 escolas públicas em todo País.

Segue o ranking da intolerância :

• Portadores de necessidades especiais: Síndrome de Down
• Etnia Racial: Negro
• Orientação Sexual: Homossexuais
• Gênero: Mulher
• Geracional:Idoso
• Territorial: Nordestino
• Socioeconômico: Pobre

O ranking acima não é nenhuma novidade para quem  sofre a discriminação ou preconceito. Quem é vítima sente e sabe diretamente. Quem fala que não existe são os românticos de plantão que ficam a tagarelar dizendo que não há preconceito, coloca a situação apenas em relação às questões
de pobreza.

Como iremos criar uma sociedade tolerante se nossas crianças já saem de casa com algum tipo de preconceito?

Grupos neonazistas estão frequentemente nos noticiários incitando o ódio racial, índio é queimado pelos
entediados meninos de classe média, linchamento do transeunte negro gay nos arredores da Avenida Paulista.

Até na internet, sites de relacionamento como o mais popular do país, o Orkut/Facebook, aproxima os iguais: Quais comunidades você pertence? Quais eu pertenço?

Esta tendência pode agravar ainda mais a situação e, para corrigí-lo levaremos gerações e gerações. Se em algum dia já repudiamos o Holocausto Nazista, o Apartheid Sul Africano, o genocídio em Kosovo patrocinado por Slobodan Milosevic ... então temos de agir contra esses acontecimentos, aplicar valores, solidificar as bases, espalhar o respeito mútuo,
as relações e a fraternidade.

Agora pense ...

Estes parâmetros também servem no ambiente de trabalho?

Quais os tipos de violência estou submetido? Quais são as nossas relações de trabalho na CPTM? Estou sofrendo algum tipo de discriminação ou assédio? tenho chefe? tenho um líder inspirador? Ou tenho um senhor feudal? Ou tenho um ditador totalitário? O que nós temos? O que nós somos? Somos iguais
ou diferentes????

Terminarei utilizando uma frase de um Lider dos Direitos Civis assassinado por discursar a igualdade entre etnias: “Nos devemos aprender a viver juntos como irmãos, ou perecer juntos como idiotas “ - Martin Luther king ( 1929 1968 )

Luis Carlos Neto - Ferroviário e Dirigente Sindical 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

E quem paga por isso ...

Imagem: Uol
Após ter o visor de seu TABLET danificado pelo empurra-empurra no embarque dos trens metropolitanos, no dia 22 de agosto, uma usuária do sistema (que não se identificou), registrou no site de denúncias Reclame Aqui, sua indignação com os serviços prestados pela CPTM: “Gostaria de expressar minha insatisfação com a companhia de trem da CPTM, que além da falta de respeito com usuários, tratados pior do que animais, todos espremidos, a forma que temos que embarcar todos os dias causa estresse total!”, declarou.

“No dia 20, embarquei na estação Ferraz de Vasconcelos, que também está uma porcaria, já que nunca terminam a reforma. Chegando a estação Gianetti, que terrível! Fui tão massacrada que não tinha como esquivar minha bolsa onde estava meu TABLET novinho. A bolsa acabou sendo prensada entre as pessoas e o ferro de apoio. Chegando no emprego, constatei que meu TABLET estava com o visor todo danificado. Estou tremendamente indignada! Vou continuar  pagando algo que não tenho mais”, afirmou.

Pois é, esse é apenas mais um dos resultados do tão enfatizado “Sucesso do Sistema”.

E quem paga por isso ...  ferroviários ... usuários ... 

Camila Mendes 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dica SINFERP: Livro - "Compreendendo o Assédio Moral no Ambiente de Trabalho"

O livro "Compreendendo o Assédio Moral no Ambiente de Trabalho", lançado neste ano pela Fundacentro, apresenta práticas de assédio, pesquisas e o entendimento jurídico sobre o tema. Assim, como os tipos de conflitos que podem ser designados como assédio.

O objetivo da publicação é esclarecer o leitor sobre o assunto.

Em síntese, o livro reúne informações levantadas em seminário realizado em 2010 pela Fundacentro, o qual levou o mesmo nome da obra e que teve o objetivo de difundir as informações e pesquisa sobre o tema. Seus autores são especialistas no assunto, entre eles estão: Edith Seligman Silva, Margarida Barreto e Roberto Heloani.

Fonte: Revista OI - Sindmetal 


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Em pauta: 2,34 milhões de pessoas morre, por ano, em decorrência do trabalho - Confira!

Quando o assunto é morte relacionada ao trabalho,os números são simplesmente  assustadores, e colocam em xeque as politicas de segurança adotadas por empresas públicas e privadas em todo o país.

Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), "a cada ano, acontecem  2,34 milhões mortes relacionadas ao trabalho. Deste total, 321 mil são referentes a acidente de trabalho e 2,02 milhões por diversos tipos de enfermidades relacionadas com o trabalho, o que equivale a uma média diária de mais de 5.500 mortes".

Cenário este, que infelizmente, alcança também a ferrovia. 

Baseando-se em dados disponibilizados na intranet, imprensa e denúncias da categoria, calcula-se em média, que só no ano de 2011, foram registrados 258 acidentes na CPTM, ou seja, ao longo de 12 meses uma média de um acidente por dia. Destas ocorrências, 63 aconteceram nas linhas 08 (Diamante) e 09 (Esmeralda), sendo:  41 com empregados terceirizados e 22 com ferroviários. Vale ressaltar, que estes dados vão de um simples escorregão a acidentes fatais.

Diante disso, é fato que ainda engatinhamos na prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

Daí a importância de conhecer as legislações trabalhistas, pois, estas estabelecem parâmetros para garantir a segurança do trabalhador. Um bom exemplo de parâmetro é a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidente. 






A importância dos CIPEIROS 

No dia 22 de agosto, o SINFERP, realizou um encontro com ferroviários, dirigentes do Sindicato e atuais gestores da CIPA 2013, com o objetivo de fornecer subsídios de lei para a prática de gestão dos cipeiros.

Sempre comprometidos com os colegas, os cipeiros podem registrar os riscos, sugerir e cobrar as melhorias no ambiente de trabalho. 

Caso os problemas não sejam solucionados pela empresa, o cipeiro, pode encaminhar suas denúncias ao Sindicato, e este como instituição, pode formalizá-la junto aos órgãos competentes. 


Como a categoria pode contribuir?

Denunciar é a melhor forma de contribuição. Isso pode ser feito diretamente ao Sindicato, que garantirá sigilo absoluto quanto a identidade do trabalhador.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

SINFERP fala ao Jornal do Trem – sobre a modernização inadequada na CPTM.

Imagem: Jornal do Trem 
“Uma Companhia Fora dos Trilhos” – essa foi à chamada da matéria de capa do Jornal do Trem, na manhã desta sexta-feira, 23 de agosto.

A matéria publicada hoje (23) reforçou mais uma vez, antigas denúncias feitas pelo Sindicato, que já havia chamado a atenção para o alto investimento feito pela CPTM na compra de novos trens, em contrapartida a falta de modernização das linhas férreas, que são as mesmas a mais de vinte anos.

“É como comprar uma Ferrari e colocar para andar na roça. Todo sistema ainda é o mesmo desde que a CPTM assumiu, há mais de 20 anos”, disse Rogério Centofanti - consultor do nosso Sindicato, e continua, “A malha ferroviária que temos hoje não suporta os novos trens que estão chegando. Há ondulações , desníveis e desgaste nos trilhos,  a rede elétrica não suporta a carga de energia e as poucas subestações não dão conta”.

A discussão, também trouxe à tona, questionamentos sobre os casos de funcionários demitidos por justa causa, após terem se envolvidos em acidentes com ou sem vítimas - sob o argumento do governo e dos gestores da empresa de ter havido falha humana, quando na verdade há evidências de possíveis falhas no sistema, que nem sequer foram investigadas.


Fato este que o Sindicato atribui ao escapismo do governo. É uma forma de desviar a atenção dos inúmeros problemas de gestão da empresa.

Veja a matéria na íntegra:


CLIPPING SINFERP/ 2008: Ferroviários no Metrô - Tempos modernos... práticas antigas

Na época do regime militar – ditadura, a polícia militar e o exército eram “pau para toda obra”, prendiam, torturavam, julgavam e executavam. Na década de 70, quando sugiram as primeiras greves, eram eles que, além da repressão, substituíam os trabalhadores paredistas.

Atualmente, o Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Transportes Metropolitanos está adotando prática similar, numa atitude autoritária, a partir de meados de maio e início de junho (2008), em todas as linhas da CPTM agentes operacionais foram escalados para fazerem treinamento nos equipamentos de fluxo e arrecadação na Companhia do Metropolitano para numa eventual greve dos metroviários, os ferroviários operarem as bilheterias e linhas de bloqueios do Metrô.

A pressão ficou evidenciada na forma de convocação dos participantes dos cursos: a grande  maioria dos empregados chamados tinha menos de 2 anos de Empresa.

A Empresa não respeitou nem as escalas, ignorou folgas, horário e local de trabalho, simplesmente ordenou que os empregados se apresentassem, ora no CCO da Vergueiro, ora no prédio da Augusta.

Ferroviários no Metrô: Tempos modernos... práticas antigas

Opinião

Com a aproximação da assembleia geral dos metroviários para a decisão do movimento paredista, até os agentes operacionais da CPTM que ainda não tinham feito o treinamento foram designados a ficarem de “sobreaviso” para se apresentarem ao Metrô. Tinha empregados que trabalharam até as 22 horas e, se houvesse greve, iriam se apresentar às 4 horas da manhã do dia seguinte.
Essa situação toda nos remete a uma série de questionamentos e reflexões:

Os metroviários recebem adicional de risco de vida. Os ferroviários também receberiam?

Os metroviários recebem participação nos resultados (mais ou menos R$ 3.000,00). Os ferroviários também receberiam?

Quem se responsabilizaria por qualquer acidente que acontecesse? A CPTM ou o Metrô?

Com um quadro insuficiente, horas-extras em várias estações desde o ano passado, sobrecarregando ainda mais os trabalhadores, como a Secretaria dos Transportes pode fazer um plano de contingência com trabalhadores da CPTM para atender a necessidade de outra empresa?

Não é porque a Secretaria de Transportes Metropolitanos abrange as duas Empresas que ela pode, arbitrariamente, misturar as duas Companhias, inclusive por terem Acordos Coletivos de Trabalho diferentes.

Plano de contingência é uma necessidade de qualquer empresa, porém, não pode ser feito às pressas, sem critérios e sem respeitar Leis. Mais uma vez, o Governo do Estado e a CPTM tentam mostrar que estão acima do bem e do mal!

Por Múcio Alexandre Bracarense - dirigente Sindical – Publicado no jornal O Movimento em julho de 2008.



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

“CIPA: Aspectos Jurídicos e Legais” - Encontro foi realizado na noite de ontem (21)

Foi realizado na noite de ontem (21), na sede do Sindicato em Osasco/SP, o encontro – “CIPA: Aspectos Jurídicos e Legais”, ministrado pelo advogado Marcelo Trigueiros.

Entre os presentes, dirigentes do Sindicato, e atuais gestores da CIPA 2013.

Trigueiros, iniciou falando sobre as expectativas do encontro: “o objetivo hoje, é fornecer subsídios de lei para a prática de gestão dos cipeiros. As referências jurídicas que serão apresentadas aqui servirão como uma contribuição legal de atuação”.

Na sequência falou do surgimento e da importância da CIPA, no exercício do seu direito. 

“A Comissão Interna de Prevenção a Acidentes começou a surgir em meados de 1921, por recomendação da OIT – Organização Internacional do Trabalho. Isso se deu, porque na época não havia subsídios jurídicos que colocassem limites nos excessos das empresas, o que resultava em trabalhadores doentes e muitos acidentes de trabalho. Com o Decreto de lei 7.036 – em 1944, as empresas brasileiras foram obrigadas a instalarem a CIPA”, explicou Marcelo.   

“Entre às funções atribuídas à CIPA, estão a de identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho, participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho”, disse Trigueiros.

“E mesmo com essa medida, infelizmente ainda se tem muitos acidentes. Só no ano de 2012 foram registrados 440 mortes em decorrência do trabalho. Só os dados do SUS, registraram 70 casos de acidentes por dia. Imagine aqueles que não entraram nesta estatística”, indagou.

Quando questionado se a CIPA poderia ou não investigar as causas de um acidente de trabalho, Trigueiros explicou que “dentro de suas atribuições sim. Afinal, conhecendo as causas do acidente, é possível criar formas de prevenção para que não ocorram outros da mesma proporção. Porém, é importante ressaltar que não cabe a CIPA, a execução de laudos periciais ou técnicos”.

Trigueiros, falou sobre atuação do Sindicato em conjunto com a Comissão: “as entidades sindicais são de extrema importância na representação e na formalização de denúncias trazidas pela CIPA aos órgãos competentes”.

Finalizando a apresentação, Marcelo se colocou a disposição do Sindicato, para novas apresentações sobre novos temas que atinjam de forma direta os trabalhadores.

Quer saber mais? 
Confira na integra a apresentação de ontem:


Dê sua opinião! Qual o tema que você gostaria de ver em um encontro no SINFERP? Escreva para eventos@sinferp.org.br 




quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A audiência no processo trabalhista

Imagem: g1.com.br
A audiência é uma das etapas mais importantes do processo trabalhista. Ela é presidida por um Juiz e realizada no Fórum do Trabalho da cidade onde a ação tenha sido encaminhada, em data marcada pela Justiça e informada com antecedência às partes ou aos seus advogados.

O comparecimento do reclamante (autor da ação) e reclamada (réu) é obrigatório. Se o reclamante se ausentar, injustificadamente, o processo será arquivado. O não comparecimento da reclamada, sem justificativa, implica sua revelia e confissão quanto aos fatos alegados pelo autor. Normalmente, o atestado médico de incapacidade de locomoção naquela data é admitido como justificativa da ausência, sendo preferível que essa situação seja comunicada ao advogado ainda antes da audiência.

Na sessão, o réu deve apresentar sua defesa.

Se o processo tratar de direitos que dependam da prova de fatos, poderão ser ouvidos o reclamante, a reclamada e as testemunhas.

A reclamada é representada, em audiência, por um empregado, neste ato chamado de preposto. Ele deve ter conhecimento dos fatos discutidos na ação, ainda que não os tenha presenciado. O Juiz considerará ter havido confissão quanto às questões desconhecidas pelo preposto.

Nas ações que dependam de provas, o comparecimento das testemunhas à audiência também é essencial. Elas são convidadas por uma das partes ou convocadas pela Justiça para falar sobre fatos que tenham presenciado. Caso sejam convocadas e não compareçam, injustificadamente, podem sofrer uma série de penalidades, como condução por Oficial de Justiça e pagamento de multa.

Expediente

O preposto e a testemunha não podem ser confundidos. Enquanto o preposto comparece à audiência como representante de seu empregador, a testemunha não pode ter compromisso com nenhuma das partes. Normalmente ela é convidada pelo autor ou pelo réu, embora não seja raro que as duas partes convidem a mesma testemunha, o que não tem problema algum, já que sua obrigação é a de dizer a verdade. Caso constate que a testemunha mentiu, o Juiz poderá confrontar seu depoimento com a de outra(s) e até mesmo notificar as autoridades competentes para instauração de processo criminal.

Depois de ouvidas as partes e testemunhas -repita-se que não são todos os casos em que isso é necessário – o Juiz determinará outras providências que entenda cabíveis ou marcará uma data para Julgamento.

As partes e os advogados tomam conhecimento da decisão, chamada sentença,apenas depois de sua publicação no Diário Oficial.

A título de conclusão, é fundamental destacar que a empregadora não pode pressionar, ameaçar ou retaliar o reclamante, preposto ou testemunha.

Qualquer procedimento nesse sentido deve ser imediatamente comunicado ao Sindicato para as devidas providências.

Por fim, salientamos que não é possível, em um breve artigo, tratar de questões específicas. Elas devem ser analisadas caso a caso, com a maior rapidez possível, a fim de evitar prejuízos.


Por Marcelo Trigueiros - Advogado do Sindicato

terça-feira, 20 de agosto de 2013

“Nos Trilhos da Negociação Coletiva: Uma Perspectiva Sindical” – entre os livros de negociação mais vendidos- Confira!

Lançado em 2011, o livro: “Nos Trilhos da Negociação Coletiva: Uma Perspectiva Sindical” – do dirigente Sindical Éverson Paulo dos Santos Craveiro já alcançou uma marca entre os mais vendidos sobre o tema nos sites: maremoto.com e relativa.com. - A informação é da página de buscas – Google.

Pioneira, a obra retrata a negociação entre sindicatos e empresas de uma ótica jamais vista em termos literários no Brasil: a do Sindicalista. - Saiba mais!

O livro também pode ser adquirido em sites de lojas como: Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e americanas.com - ou diretamente, na sede do Sindicato em Osasco – Rua Dona Primitiva Vianco, 600 – Centro.

Para mais informações fale com o SINFERP – (11) 3681-8550 ou secretaria@sinferp.org.br

Por Camila Mendes


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

No exercício do seu direito : “CIPA - Aspectos Jurídicos e Legais”

O encontro “CIPA: Aspectos Jurídicos e Legais” – a realizar-se no dia 21 de agosto, pelo SINFERP, apresentará a origem histórica, composição, integração, atribuições, principais objetivos e garantias - da CIPA, como também, a definição legal de Acidente de Trabalho e a Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT.

O tema foi escolhido a dedo pelos dirigentes do Sindicato, após se depararem com inúmeras dúvidas da categoria sobre o assunto. Em especial, ao que se refere a CIPA no exercício do seu direito.

Para ministrar o encontro, o Sindicato convidou o advogado Marcelo Trigueiros - especialista na área trabalhista, graduado em Direito, e pós-graduado em Lato Sensu - pela PUC – SP.
Dr. Trigueiros, já é conhecido pela categoria ferroviária, principalmente no que se refere ao sucesso das ações trabalhistas montadas por ele e ajuizadas em face de nossos associados.  

O encontro acontece nesta quarta-feira (21), a partir das 19h00, na sede do Sindicato – Rua Dona Primitiva Vianco, nº 600 – Osasco – Centro.

É gratuito e o interessado deverá apenas confirmar sua presença, através do endereço eletrônico: eventos@sinferp.org.br

Maiores informações: (11) 3681-8550